Uma Canção do Pink Floyd Reconstruída por Inteligência Artificial

Pink Floyd

Quando a Ciência encontra a Música

Lembra daquela vez em que você colocou “Another Brick in the Wall, Part 1” no último volume e simplesmente deixou a música invadir seus sentidos? Bem, agora imagine que a canção que você ouviu não foi cantada pelo Pink Floyd. Isso mesmo. A ciência chegou a um patamar onde é possível recriar músicas por meio da atividade cerebral das pessoas.

Era uma vez em Berkeley…

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Berkeley, realizaram um experimento, e que experimento! Eles analisaram a atividade cerebral de mais de duas dúzias de pessoas enquanto ouviam essa música icônica. Mas, não foi apenas uma escuta simples. Eles usaram esses dados e os decodificaram usando um modelo de aprendizado de máquina. E o resultado? Uma recriação do clássico do Pink Floyd diretamente dos sinais neurais dos participantes. Um verdadeiro milagre tecnológico!

A Escolha do Pink Floyd e a Decodificação

Agora, por que “Another Brick in the Wall, Part 1” e não outro sucesso qualquer da banda? Robert Knight, neurocientista envolvido no estudo, revelou que todos os pacientes do estudo eram fãs do Pink Floyd. Mas a escolha desta música, especificamente, era porque ela é um pouco mais rica em vocais e harmônicos.

Os pesquisadores conseguiram coletar dados de 2009 a 2015. Contudo, o projeto só foi retomado quase uma década depois, quando um novo pesquisador pós-doutorado, que tinha experiência em banda, entrou na equipe e propôs decodificar os dados.

De Dados a Melodia

Ludovic Bellier, esse talentoso pesquisador, ao analisar montanhas de dados, descobriu algo surpreendente. Ele notou que quando as 16ª notas do ritmo da guitarra da canção eram tocadas, partes específicas dos lobos temporais dos pacientes se ativavam. Isso nunca tinha sido observado antes!

Usando essa descoberta, ele e sua equipe transformaram os dados em música usando inteligência artificial. E, pasme, o resultado era extremamente semelhante à música original do Pink Floyd.

E por que isso é tão importante?

Além do aspecto legal de poder recriar músicas a partir da atividade cerebral, há um lado mais sério e humanitário nisso tudo. Os cientistas esperam que, um dia, essa tecnologia possa ser usada para ajudar pessoas com problemas de fala a se comunicarem. E não apenas se comunicar, mas expressar-se com emoção e ritmo, algo que os dispositivos de geração de fala atuais não conseguem fazer tão bem.

Knight, ao final do estudo, brincou que talvez da próxima vez eles devessem tentar recriar uma música da Taylor Swift. Quem sabe, né?

Conclusão

A ciência e a tecnologia têm avançado de maneiras que nunca imaginamos. E quando elas se encontram com a arte, os resultados são simplesmente mágicos. O que será que nos aguarda nos próximos anos? Só o tempo dirá!

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Marcos Oliveira

Marcos Oliveira

Marcos Oliveira é um especialista em criação de conteúdo digital e marketing, com um interesse especial em inteligência artificial. Com vasta experiência na indústria, ele já trabalhou com várias marcas de renome, ajudando-as a estabelecer uma presença online sólida. Como autor de destaque em nosso site, Marcos possui um conhecimento profundo das últimas tendências e desenvolvimentos na área digital, incluindo estratégias de SEO e marketing de conteúdo. Com sua expertise e autoridade, Marcos garante que seus leitores obtenham informações precisas e atualizadas sobre o mundo digital. Além disso, ele sempre se esforça para fornecer uma visão aprofundada e analítica dos assuntos abordados em seus artigos, enriquecendo o conteúdo e agregando valor para o leitor.

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